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MetodologiaPesquisa de investimentos

Critérios abertos à conferência

Metodologia V1

Cálculos determinísticos, fontes identificadas e resultados reproduzíveis. Notas não são probabilidades de retorno.

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01

Fontes e atualização

Balanços anuais e trimestrais vêm dos dados abertos da CVM. Cotações, classes e eventos vêm da B3. O IPCA vem do IBGE por meio do Banco Central. O histórico de proventos usa a data-com da B3; os pagamentos da DFC individual medem o payout de caixa.

A taxa real usa o vértice de cinco anos da curva ETTJ IPCA da ANBIMA. O índice de Basileia do IF.data do Banco Central é informação complementar dos bancos; não é aplicado a holdings como se fossem bancos regulados.

As fontes são atualizadas automaticamente em lotes, com retomada das pendências, e o motor recalcula depois da coleta. A primeira coleta pode demorar; a navegação permanece disponível e uma falha não apaga o último retrato aprovado. Consulte Saúde do sistema para ver as execuções e as datas.

Cada dado conserva fonte, período, versão e disponibilidade. Campos ausentes não viram zero. A coleta posterior não comprova que um valor estava disponível no passado.

02

O que os rankings medem

A normalização compara empresas do mesmo arquétipo: winsorização em 5% e 95%, mediana e MAD, z limitado a ±3 e escala linear de 0 a 100. São necessários pelo menos oito pares com dados. Preço não altera o bloco de qualidade. Notícias e LLMs não calculam nem desempatam notas.

Top Renda

Qualidade 40%, sustentabilidade 35% e preço 25%. Exige patrimônio e lucro TTM positivos, pelo menos três anos com proventos registrados no histórico completo, preço mínimo de R$ 2, volume médio de R$ 2 milhões em 63 pregões, presença de 90% e histórico mínimo de 252 dias.

O provento histórico normalizado usa a mediana ponderada de cinco anos por data-com, ajustada por eventos em ações e IPCA. Exceções extraordinárias e tributárias documentadas são excluídas; os demais eventos não são apresentados como ordinários comprovados. O estimador não prevê pagamentos futuros. Renda exige cinco anos completos de histórico da classe; uma listagem recente comprovada pela CVM explica a janela insuficiente, sem confundir esse caso com falha de coleta. Payout de caixa é a soma dos pagamentos identificados na DFC individual dividida pela soma dos lucros dos controladores, sem imposto presumido. Preço-limite de Renda = provento histórico normalizado ÷ (taxa real de cinco anos + 2 pontos percentuais).

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Top Crescimento

Qualidade 40%, crescimento real 35% e preço 25%. Nas não financeiras, qualidade usa ROE, lucro bruto sobre ativos, caixa operacional sobre ativos e solidez do balanço; crescimento usa receita real e variação real do lucro sobre o ativo inicial, em cinco anos. Essa variação aceita lucro e prejuízo, mas não é CAGR nem crescimento por ação. Financeiras e holdings de investimentos usam ROE, estabilidade do lucro, patrimônio sobre ativos e crescimento patrimonial. A janela financeira é fixa: três anos para seguradoras e holdings da mesma coorte, cinco para os demais perfis. Proventos continuam em cinco anos. Bases contábeis incompatíveis não são misturadas; comparativos reapresentados precisam estar documentados. O crescimento reportado inclui aquisições e não é chamado de crescimento orgânico.

A trilha não define preço-teto: compara lucro e patrimônio dos controladores com o valor de mercado. ROE usa lucro TTM e patrimônio médio do mesmo perímetro. ROIC e outras contas que exigem conciliações adicionais permanecem complementares quando calculáveis; não bloqueiam a composição fixa desta versão.

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A cobertura informa quanto do peso tem dados. Ausências não recebem nota neutra e os pesos não são redistribuídos. Só notas completas e elegíveis entram nos Tops; as demais empresas continuam pesquisáveis, com balanços, indicadores disponíveis e motivos em Reprovadas. Não há um número mínimo artificial de aprovadas.

03

Carteira-modelo do aplicativo

A carteira-modelo anterior permanece como histórico V0, congelado na última avaliação gravada. Seus números não são desempenho do motor V1. Novos aportes e trocas automáticos ficam suspensos até uma transição com composição, regras e data de entrada próprias.

Ver o histórico da carteira-modelo →
04

Carteira Fictícia manual

Capital, aportes e pesos permanecem no navegador. O pacote público usa ações elegíveis do motor ativo e FIIs verificáveis, com exclusões declaradas. Nenhuma composição pessoal é enviada ao servidor.

Usar a seleção de hoje com preços passados não constitui backtest da metodologia. A simulação conserva suas limitações de cotações e eventos; falta de provento não comprova pagamento zero.

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05

Teste com o passado e limitações

O motor V1 está ativo por escolha operacional. Isso não certifica seu desempenho histórico. O teste V1 ainda tem lacunas de disponibilidade histórica, cobertura de eventos e dados essenciais. A tela de Validação identifica os resultados V0 anteriores.

Testes de fórmulas, replay, ausência de cálculo em requisições e preservação de layout conferem o funcionamento do software. Eles não provam retorno futuro nem substituem um backtest completo. Cada execução guarda dados, configuração e identificação do código para conferência.

Conferir o histórico e suas limitações →